Tratamento Preventivo para Enxaqueca

Tratamento Preventivo para Enxaqueca

Se um paciente toma de dois ou mais analgésicos por semana devido dores de cabeça, já é indicado um tratamento preventivo para enxaqueca. Essa forma de prevenção é feita a partir de medicamentos de uso diários, como antidepressivos, ou medicações usadas para epilepsia (em doses menores). Os medicamentos atuam no reequilíbrio de alguns neurotransmissores e em substâncias químicas no cérebro, tornando a pessoa menos suscetível às crises.

A escolha da medicação para enxaqueca vai variar de acordo com o perfil do paciente. Por isso é tão importante o acompanhamento médico especialista e o diagnóstico correto para o tratamento preventivo para enxaqueca

As crises diminuem com o tratamento preventivo para enxaqueca?

O tratamento preventivo pode trazer uma melhora imediata mas muitas vezes esta só é percebida a partir do segundo e terceiro mês, muitas vezes após aumento da dose inicial ou da associação de outras drogas. Contudo, é fundamental que paciente mantenha hábitos de vida mais saudáveis; como atividades físicas e seguir uma dieta mais balanceada. Ao iniciar o tratamento, é recomendado que seja feito um diário da dor para identificar quando as crises ocorrem, possíveis motivos, duração, etc.

Entretanto, é importante reforçar que alguns medicamentos podem trazer efeitos colaterais, como sonolência, ganho de peso ou perda de apetite. Por isso, a princípio, o tratamento inicia-se com dose baixa e o aumento é feito seguindo a tolerância da pessoa. Portanto, o paciente precisa manter o médico informado sobre os efeitos e a intensidade da medicação aplicada.

Perguntas Frequentes

O que é enxaqueca?

Enxaqueca é uma doença, e não uma simples dor de cabeça. Também conhecida como MIGR NEA, é uma causa muito comum de cefaleia, que se apresenta em crises de forte intensidade, incapacitantes em sua maioria. Geralmente vem com dor pulsátil, de forte intensidade, de um lado da cabeça, acompanhada de náuseas, vômitos ou tonturas, e pioram com esforço físico. É uma conhecida causa de faltas no trabalho e de queda na produtividade de seus portadores. Pode ocorrer com AURA ou sem AURA, sintomas que precedem as crises, como dormências, tonturas ou alterações visuais.

O que é enxaqueca crônica?

A enxaqueca crônica ocorre quando um paciente apresenta pelo menos 15 dias de crises em um mês, sendo pelo menos 8 destas com características de enxaqueca, há pelo menos 3 meses. Geralmente o paciente chega ao consultório referindo “mais dias COM dor do que SEM dor” e muitas vezes já se apresenta com um abuso diário de analgésicos, um fator complicante.

Qual o tratamento para enxaqueca?

O melhor tratamento para a enxaqueca vai variar e ser definido de acordo com a frequência das crises e as particularidades de cada paciente. Pode variar desde uma simples mudança de hábitos, passando por diversos medicamentos abortivos de crises ou profiláticos até a toxina botulínica nos casos crônicos. Muitas vezes uma abordagem multidisciplinar se faz necessária, com psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas atuando conjuntamente. Não se automedicar e procurar avaliação profissional é muito importante

Quais os fatores desencadeantes da crise de enxaqueca?

Basicamente os principais gatilhos para a crise de enxaqueca são: o estresse, fatores hormonais da menstruação e certos alimentos. Entre os alimentos, os grandes vilões são: o café, refrigerantes, chocolates, derivados de leite, álcool e alimentos industrializados em geral, pincipalmente os com corantes, conservantes e realçadores de sabor como o Glutamato. No entanto, alimentos menos comumente relacionados às crises são citados, como certas frutas (P. Ex Banana e melancia). O jejum prolongado, a privação do sono e certos odores mais fortes, como perfumes e solventes, também são citados como desencadeantes.

Como prevenir as crises de enxaqueca?

Uma vez diagnosticada a pessoa com Enxaqueca deverá seguir certos hábitos a longo prazo, assim como um diabético ou hipertenso. Se alimentar de forma saudável e regular, evitando os alimentos desencadeantes de crises e o jejum prolongado. Beber bastante água. Praticar atividades físicas. Evitar o uso de álcool e cigarros. Dormir em horários regulares de forma a ter um sono reparador. Saber dosar o ritmo e quantidade de trabalho. O uso de medicação profilática contínua pode estar indicado, visando não só o controle das crises, mas também de fatores concomitantes como a ansiedade e o sono não reparador.

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Doutor olhando em direção ao usuário e sorrindo
Sobre o Doutor:
  • Residência Médica em NEUROCIRURGIA no Instituto de Neurocirurgia Paulo Niemeyer Santa Casa de Misericórdia do RJ de 2005 a 2009;
  • Pós-graduação em DOR no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês / São Paulo - SP - 2011;
  • Membro da IASP (International Association for Study of Pain).
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